Presidente do LNEC visita o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo
O Engº Carlos Pina, Presidente do LNEC, visitou pela primeira vez, no dia 10 de julho, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo, organismo de Investigação com o qual o LNEC mantém um Convénio de Cooperação desde 1977.
O conhecimento não se restringe hoje a um setor ou a um país e uma instituição não é capaz de progredir se permanecer fechada: foi sob esta premissa que o Presidente do LNEC, Engº Carlos Pina, discursou durante a sua primeira visita ao IPT.
O Engº Carlos Pina foi recebido pelo diretor de operações e negócios do IPT, Álvaro José Abackerli, e por diretores e pesquisadores de quatro centros do Instituto: o Centro de Tecnologia de Obras de Infraestrutura; o Centro de Tecnologia de Recursos Florestais; o Centro de Tecnologias Ambientais Energéticas; e o Centro Tecnológico do Ambiente Construído.
Segundo o Presidente do LNEC, é preciso juntar forças para aumentar os conhecimentos e a capacidade de resposta às demandas e uma das principais atividades do LNEC é a cooperação com outras instituições de pesquisa, entre as quais se destacam as parcerias com os Países de Língua Oficial Portuguesa: Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
O IPT e o LNEC promovem o intercâmbio de profissionais e um dos
melhores indicadores está no número de Investigadores do
IPT (cinco) que aumentaram suas competências em Portugal, através
da realização de estágios no LNEC sobre temas como o uso racional
da água, microestruturas de argamassa e transmissão sonora pela
estrutura de edifícios.
Sobre o papel da P&D&I (Pesquisa, Desenvolvimento e
Inovação) para enfrentar a atual crise europeia, o Presidente
do LNEC afirma que a tecnologia foi uma ferramenta essencial para
o desenvolvimento dos países europeus e continua importante para que as
empresas tenham processos mais eficientes, de menor custo e
ambientalmente mais sustentáveis. “As empresas na Europa são obrigadas
a ter esta visão, porque não existe outra saída. Apesar da crise, a
sociedade portuguesa é hoje mais exigente e a qualidade é essencial
para a compra dos produtos, em termos de segurança e sustentabilidade.
Empresas sem esta preocupação no Brasil poderão operar por algum tempo
porque há uma grande demanda, mas somente aquelas que forem capazes de
satisfazer estas exigências irão sobreviver”, acrescenta.
